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Com 2,5 quilômetros de extensão, a rua Bela Cintra começa na rua Dona Antônia de Queirós (Centro). Cruza a Avenida Paulista, na esquina que abriga a Igreja São Luis Gonzaga. E segue até a rua Estados Unidos (Jardim América), próxima ao Clube Paulistano.

É uma das vias mais charmosas da cidade, com alguns dos melhores restaurantes, bares e cafés da capital.  Entre os famosos restaurantes da rua estão a tradicional cantina Lellis e o premiado português A Bela Sintra. A primeira confeitaria Carlos Bakery fora dos Estados Unidos também se instalou nesta rua. E lojas de grifes renomadas, como Reinaldo Lourenço e Jack Vartanian, são algumas das que escolheram a Bela Cintra como endereço.

A rua abriga, no trecho dos Jardins, alguns dos edifícios mais desejados pelos habitantes de São Paulo.  São apartamentos amplos, que atraem empresários, executivos e celebridades. A jornalista Marília Gabriela é uma das moradoras da rua.

A história da rua Bela Cintra começa no fim do século XIX. Em 1880, o português Mariano Antonio Vieira (1826-1901) comprou essas terras e junto com outros açorianos começou a viver na região.

No ano seguinte, seu sogro, José Paim Pamplona resolveu fazer uma capela (que atualmente é a igreja localizada na Rua Frei Caneca, 1047) em homenagem ao Divino Espírito Santo de Bella Cintra, pois o local lhe lembrava muito sua cidade natal Sintra, em Portugal.

A região passou por diversas mudanças desde então. Mas desde o início a rua atraiu moradores que buscavam qualidade de vida e sofisticação.

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