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Em 1896, o general José Vieira Couto de Magalhães comprou uma fazenda de 120 alqueires na região que os índios chamavam de “Itahy”, que em tupi-guarani significa “pedra pequena”. Era o começo da história do bairro do Itaim.

Quando José faleceu, as terras foram arrematadas pelo seu irmão. Mas foi Leopoldo Couto de Magalhães Júnior, sobrinho do general e filho do novo proprietário, o verdadeiro responsável por lotear a região que hoje compreende o bairro do Itaim. Leopoldo, que hoje dá nome a uma das ruas do seu Itaim, tinha o apelido de “Bibi” – por isso a região ganhou essa alcunha.

Em seu início, o bairro era ocupado por imigrantes e pequenos produtores. Foi somente a partir da década de 70, com a canalização dos córregos e a abertura de grandes avenidas, como a Juscelino Kubitschek e a Faria Lima, que ele começou a ganhar a cara que tem hoje: cosmopolita, sofisticado e altamente verticalizado.

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